Reviver e realizar. Onde começam as criações?

Vem cá, sabe aquela idade quando você ainda sentava a mesa com seus pais na hora do jantar? Me diz aí, lembra alguma noite em que a conversa ia longe, você perdia noção do horário, até a sua mãe chamar para ir para a cama pois estava tarde, então você deitava e ficava pensando, revirando na cama com tudo aquilo que tinha escutado (…) E ai resgatou algo na memória? Momentos maravilhosos vieram na lembrança aqui.

Olá! Quem ainda não me conhece, sou Felipe Salles, idealizador da Apalma – Agência de Marketing e hoje exerço a função de diretor executivo. Venho com esse texto “inaugurar” o nosso canal de ideias: o BLOG APALMA, um canal escrito por todos que trabalham comigo e alguns amigos também. A ideia é trazer conteúdos variados, que transmitem o perfil, hobby, crenças, estudos das pessoas que aqui irão externar seus pensamentos ou reflexões com o objetivo de compartilhar conteúdos e principalmente interagir com nossos leitores (ou seguiMORES). Curtiu?

Mas voltando a lembrança da mesa do jantar, eu cresci ouvindo meu pai (ainda vou falar muito dele por aqui) fazendo alguns questionamentos que ele usava finalizavam uma conversa: “Quê que eu sou?”, “Quê que eu quero?”, “Pra onde eu vou?” e “Como é que eu vou?”(sic). Cara, podíamos estar falando de futebol, medicina, viagens, passado dele e da minha mãe, que ele sempre dava um jeito de encaixar esses gatilhos para o pensamento criativo, e assim, eu ia longe encaixando o assunto ou meu entendimento tal hora com a minha visão, outra hora no ponto de vista do personagem da história contada, formando diferentes maneiras de enxergar uma mesma situação passada, presente e futura. Sim! Aquele filho da mãe estava desenvolvendo meu raciocínio crítico e raciocínio analítico das coisas.

Em resumo meu pai, um médico psiquiatra, mineirinho, morando no interior de SP, cruzeirense, inteligente pá cassss, multitarefa, e por ai vai a descrição desse ser humano capaz de me fazer desde tão pequeno buscar meus ideais, traçar meus objetivos e pensar na melhor maneira de realizar eles, e ainda de me auto analisar e criticar, óbvio dentro da minha forma limitada ainda de enxergar tudo. O que mais me chama a atenção hoje quando relembro desses momentos e de todas as conversas, era a liberdade que meu pai me dava para criar meus sonhos, viajar na maionese literalmente, e o quanto ele alimentava, ora incentivava essas “viagens”, bancando taís abstrações seguida de um sonoro cacoete “Nunca tenha medo de errar!”. Essas coisas me davam a certeza de que eu seria um “Rock Star” e viveria do bom e velho rock and roll. Por anos minha mãe e ele adoravam meus ensaios de domingo na garagem.

Porque estou falando disso? Não, não é porque meu TDHA está batendo de novo, mas pelo simples fato de que esse canal é mais um desses meus sonhos se realizando, e dessa vez acompanhado de pessoas incríveis e que me completam com ideias, criam junto, dedicam-se no work para um crescimento coletivo.

Nossa collab de textos, ideias, assuntos, está começando e você, é nosso convidado! Participe de forma interativa.
Go for creative work! CriApalma!

Inté.

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